Funcionários da diversas áreas da Amazon são diagnosticados com coronavírus

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ReproduçãoAmazon admitiu alguns casos de coronavírus na companhia

Funcionários de 11 lojas da Amazon nos Estados Unidos foram infectados com coronavírus. A companhia não confirmou os casos, que foram revelados pela imprensa de Seattle, embora tenha admitido que alguns funcionários testaram positivo em quatro centros.

Os casos reconhecidos pela Amazon são: dois em lojas de Nova Iorque, um em Illinois e um em Nova Jersey. Os especulados estão em Connecticut, Flórida, Kentucky, Califórnia, Oklahoma, Michigan e Texas.

Todos os funcionários das unidades foram colocados em quarentena, e em alguns casos, muito específicos, as instalações foram fechadas. No entanto, a grande maioria das lojas estão abertas, com ritmo de atividade e número de funcionários ainda maior.

Com grande parte dos EUA sob ordem de confinamento e a maioria das lojas de varejo fechadas, o comércio eletrônico, onde a companhia é dominante, está passando por um aumento de atividade mesmo depois do período de Natal, época onde registra-se pico de vendas

Entretanto, vários internautas têm recorrido às redes sociais para expressar dúvidas sobre a higiene dos acotes que recebem em casa, e se estes podem ser elementos transmissores do vírus. Enquanto isso, alguns funcionários da Amazon criticaram abertamente o que consideram ser medidas insuficientes por parte da empresa para garantir sua segurança em meio à pandemia.

Em meados de março, a empresa de Jeff Bezos anunciou a contratação de 100 mil trabalhadores para responder ao forte crescimento da demanda e que também aumentaria os salários do pessoal, de depósito e distribuição.

Em território americano, a Amazon paga um mínimo de US$ 15 por hora aos seus trabalhadores, um valor que em tempos de Covid-19 aumentou para US$ 17 por hora.

* Com EFE